- Página Inicial
 - Chat
   - Trocas e Vendas
   - Nosso Youtube
   - Teste de Torneio
   - O Coleiro / Papa Capim
   - Contato / Fale Conosco
   
 
   - Coleiro
   - Curió NOVO!
   - Trinca Ferro NOVO!
   
 
   - Aprontando o Macho
   - Aprontando a Fêmea
   - Alimentação
   - Manejo Básico
   - Muda de Pena e Bico
   - Vermifugação
   - Rações Extrusadas
   - Cuidando de Doenças
   - Criação e Manejo
   
 
   - Rank Brasileiro 2013
   - Como Funciona?
   - Esquentando o Coleiro
   - Coleiros de Torneio
   
 
   - Videos
   - IBAMA
   - Espécies
   - Expressões
   
 
   - Cantos Tui-Tui
   - Software Criação NOVO!
   - Canto Automático

 
1 Criador(es) Online
Converse no nosso Chat





Coleiro Doenças - OColeiro.com
  CUIDANDO DE DOENÇAS


ÁCARO KNEMIDOCOPTES


Causa sarna de bicos, penas, e pés.
Vive sobre e sob a pele da ave, em galerias, promovendo coceira. Os ácaros penetram na pele do pássaro levantando-a. Com a evolução da doença a pele cai dando lugar a crostas esbranquiçadas, podendo, ainda criar feridas, pois o pássaro coça com muita freqüência a área atingida.
A contaminação por este ácaro é multifatorial, sendo que as principais são: umidade ambiental baixa, hipovitaminose A (deficiência de vitamina A) , deficiências nutricionais. O ácaro após infectar uma ave, pode ficar até dois anos, em forma latente (dormente), sem levar ao quadro clínico da doença. Causam lesões queretinizadas proliferativas (crostas) ao redor do bico, anus, pernas e pés.
Como profilaxia (prevenção): fazer quarentena e tratamento preventivo das aves,


Sintomas: O pássaro passa a se coçar seguidamente ficando irrequieto na gaiola. Com a evolução do quadro podemos observar escamações de peleao redor do bico, anus, pernas e pés. Há casos em que as lesões chegam a causar deformações no bico e nas unhas

Tratamento: Pegue a ave, abra a asa e pulverize com Piolhaves. Nas feridas empregar uma pomada a base de enxofre.

Prevenção:
Além da higiene, 2 ou 3 gotas de vinagre na água do banho ajudam a manter os parasitas longe. Banhos de sol mantém os piolhos e outros parasitas longe dos pássaros, funcionando, ainda como repelente de insetos. Cuidados com a higiene de gaiolas acessórios e ambiente, correção alimentar, ambiente de criação de aves deve ser bem ventilado e arejado, mas sem corrente de vento.



ACARÍASE RESPIRATÓRIA

Causas: Ataque do ácaro Stermostoma tracheaculum, nas vias respiratórias. A transmissão normalmente se dá nas exposições, torneios, ambiente empoeirado e na introdução de novas aves no criatório. Pode ser transmitida por pássaros livres que tenham acesso ao criatório. É comum a aproximação de pardais , rolinhas e pombos quando as gaiolas estão fora para treinamento ou banhos de sol.

Sintomas: Respiração penosa, curta, com o pássaro abrindo e fechando o bico constantemente. O pássaro passa a se alimentar menos e emagrece.

Tratamento: Isolar imediatamente o pássaro apresentando esses sintomas. Ministrar G-Trox ou Ivomec pour-on em todo o plantel em duas doses com intervalo de 15 dias. Desinfetar todo o criatório, preferencialmente pintando as paredes com cal virgem. Aplicar Front-Line Spray na dose de 1 gota no dorso das ave, repetindo a dose 7 dias e 15 dias após a primeira dose, apresenta bom resultado..

Prevenção:
Além da higiene, 2 ou 3 gotas de vinagre na água do banho ajudam a manter os parasitas longe. Banhos de sol. mantém os piolhos e outros parasitas longe dos pássaros, funcionando, ainda como repelente de insetos. Evitar expor os pássaros a riscos de contágio. Colocar em quarentena todo o pássaro que participar de uma exposição ou torneio.



ÁCAROS DAS PENAS


Causas: Parasita Syrongophilus bicectinata.
Em ambiente natural é comum a presença de alguns piolhos brancos/amarelados, que, normalmente não são visíveis, sendo residentes naturais, que são até benéficos para os pássaros, pois removem células mortas das penas e pele e até determinadas bactérias. Quando a higiene é relaxada no criatório, o acumulo de sujeira e de fezes formam o ambiente propício para o desenvolvimento de uma superpopulação de parasitas que passam a incomodar a ave. Há casos, inclusive de fêmeas que abandonam o choco por se sentirem incomodadas, embora esses piolhos não se alimentem do sangue dos pássaros. As reinfestações podem acontecer a qualquer momento. Pardais e outros pássaros contribuem para o ressurgimento de novos focos.

Sintomas: O pássaro passa a se coçar seguidamente ficando irrequieto na gaiola. As cerdas ficam com aspecto "roído", quebradas, imperfeitas e sem brilho. Dependendo da quantidade de ácaros, podem comprometer o vôo. Para verificar se a ave está sendo atacada por ácaros, pegue-a e observe com a sua asa aberta contra a luz.

Tratamento: Pegue a ave, abra a asa e pulverize com Front-line Spray. Há criadores que pulverizam com o inseticida SBP, o que não recomendamos por não termos vivido a experiência. Produtos à base de Ivermectina não costumam apresentar bom resultado.


Prevenção:
Além da higiene, 2 ou 3 gotas de vinagre na água do banho ajudam a manter os parasitas longe. Banhos de sol.


ÁCAROS VERMELHOS

Causas: Parasita Dermanysus gallinae. Estes parasitas causam grandes problemas na reprodução. Chamados piolhos vermelhos por serem hematófagos e apresentarem côr vermelha quando cheios de sangue. São comumente encontrados em pombos e galinhas podem ter sua presença despercebida por um longo período no criatório. É parasita noturno, se protegendo e reproduzindo em frestas, rachaduras e vãos, durante o dia. Seu ciclo de vida pode ser completado em uma semana. Em criadouros pode permanecer por 6 meses, após a retirada das ave. A transmissão do problema se dá através de objetos "contaminados" como: gaiolas, comedouros, capas de gaiolas, outros acessórios e pelo próprio trânsito de pessoas de um criadouro a outro.
A ave não dorme direito, se estressando e perdendo nutrientes para o parasita. Podem causar: diminuição da eficiência reprodutiva nos machos, diminuição da postura nas fêmeas, diminuição da velocidade de crescimento dos filhotes, fraqueza, letargia, e diminuição de apetite.

Sintomas: Estes ácaros, durante o dia se escondem nas ranhuras dos poleiros, molas das portas e buracos na parede ou teto. Durante o dia, principalmente nos banhos de sol, não são observados e os pássaros ficam tranqüilos. Ataca as aves á noite. Durante a noite os pássaros ficam agitados e não param de se bicar tentando se livrar dos parasitas.

Tratamento: Pegue a ave, abra a asa e pulverize com Front-line Spray . Há criadores que pulverizam com o inseticida SBP, o que não recomendamos por não termos vivido a experiência. Tratar com G-TROX ou aplicar Ivomec Pour-on na dose de 1 gota no dorso das aves apresenta bom resultado. Desinfetar o criatório.

Prevenção:
Além da higiene, 2 ou 3 gotas de vinagre na água do banho ajudam a manter os parasitas longe. Banhos de sol mantém os piolhos e outros parasitas longe dos pássaros, funcionando, ainda como repelente de insetos.


ASMA

Causas: Sternostoma tracheacolum. Poeira, friagem, alimentos condimentados, gaiolas sujas, mudanças no clima e má ventilação do criadouro.

Sintomas: Respiração difícil acesso asmático freqüente e ofegante. Em casos muito graves imobilidade, olhos entreabertos, penas soltas respiração acelerada intermitente com emissão de pequenos gemidos. Evolui rapidamente para sua forma crônica se não for tratada adequadamente.

Tratamento: Eliminar imediatamente frio, vento, poeira, úmidade. Colocar a ave em gaiola com temperatura de 30C. Se o pássaro apresentar crises agudas, na hora da crise administrar gotas de adrenalina a 1./10.000. Manter a gaiola coberta e fazer uso de um inalador com solução de Tylan apresenta ótimos resultados. O tratamento com R-Trill vem possibilitando bom resultado em muitos casos.

Prevenção: Evitar lugares úmidos, sujos e sujeitos a ventos frios. Mudanças bruscas de temperatura.

Prevenção:Inclusão de adsorventes de micotoxinas, principalmente nas misturas de sementes.



ASPERGILOSE


Causa: Aspergillus fumigatus (e diversos fungos do mesmo gênero).

Sintomas: Há possibilidade de serem infectadas as vias respiratórias, os olhos e a pele. Quando a infecção se dá nas vias respiratórias (pulmão), o pássaro respira mal, emagrece e morre. Quando a infecção ocorre nos olhos, percebe-se que estes ficam irritados e lacrimejantes e a córnea opaca. A infecção cutânea provoca perda das penas, que se quebram facilmente. A aspergilose pode, facilmente, ser confundida com coriza e a difteria.

Tratamento: Micostain Solução Oral , G-Trox.

Prevenção: Rigor com a higiene. Cuidado com alimentos estragados e mofados (principalmente a mistura de sementes) e com a umidade.


BRONQUITE OU TRANQUEITE

Causas: Correntes de ar, aves em local de ar não renovado, bruscas mudanças de temperaturas.

Sintomas: A ave perde o apetite, narinas obstruídas, bico aberto, rouquidão e catarro, a ave não canta e fica agitada.

Tratamento: Separar o pássaro, colocando-o em uma temperatura de 30C. Avitrin Antibiótico, Norkill, Enro Flec 10 ou Linko Spectin na água de beber.


COCCIDIOSE (Não é Peito Seco)

O micróbio é expelido pelas fezes e, ao atingir a faze adulta no chão, pode infectar os pássaros pelo ar, através da comida e da água.
Os pássaros adultos podem ser portadores sem apresentarem os sintomas da doença, porém as fezes contaminadas podem atingir outros pássaros ou os próprios filhotes.
A infecção se agrava nos filhotes por serem mais sensíveis..

Sintomas: Cansaço, sede contínua, o osso do peito fica saliente e magrecimento progressivo. Ela atinge principalmente o intestino delgado e o ceco, em especial dos filhotes, provocando hemorragias. Os pássaros ficam tristes, arrepiados, sem forças para voar, mesmo que deles nos aproximemos. Os pássaros permanecem muito tempo junto ao comedouro sem, no entanto, absorver os nutrientes do alimento ingerido. As fezes se tornam moles e as vezes sanguinolentas. Manchas esbranquiçadas podem estar espalhadas pela parede intestinal, observadas na necrópcia.

Tratamento: Coccidex ou Coccinon. A associação do Coccidex com o R-Trill produz ótimos resultados na medicação emergencial. Há casos de resistencia à alguns medicamentos. O tratamento é prolondado e as chances de recuperação total, após quadro agudo, são pequenas. O NF-180 é muito eficiente, porem foi proibido no Brasil. Sulfas causam ausência de produção de espermatozóides nos machos durante 30 a 40 dias, a chamada azoospermia. Nenhum ovo será galado nestas condições. Não use Sulfas para reprodutores próximo à fase de reprodução.

Prevenção: Muita higiene, quarentena com pássaros recebidos e uso de Pro-bióticos e Pre-bióticos na alimentação.


CÓLERA


Causa: Pasteurella avicida


Sintomas: Os pássaros ficam enfraquecidos, as fezes ficam muito moles, sanguinolentas de de coloração amarelada.
A autópsia revela coração com secreção líquida turvas e sinais de sangue, pulmões vermelhos, intestinos também vermelhos e sanguinolentos, fígado com lesões de cor acinzentada. A doença se propaga pelas secreções produzidas na boca e nariz. O pássaro morre em pouco tempo.


Tratamento. Usar medicamento a base de Sulfa (sulfatiazol, sulfametazina etc.) ou Terramicina.
Medicamentos modernos indicados: Neo-sulmetina SM, que é uma associação de sulfaquinoxalina e neomicina.
Põem-se dez gotas no bebedouro durante três dias. Descansa-se dois dias e repete-se o tratamento.
Avemetasina, que é uma associação de sulfaquinoxalina e sulfametasina. É preparada com 2,5 ml do para um litro de água. Adiciona-se uma colherinha de café de bicarbonato de sódio.

Sulfas causam ausência de produção de espermatozóides nos machos durante 30a40 dias, a chamada azoospermia. Nenhum ovo será galado nestas condições. Não use Sulfas para reprodutores próximo à fase de reprodução.

Prevenção: Vacinação e quarentena dos novos pássaros.


CORIZA


Causas: Hemophilus gallinarum (forma aguda). Corpusculo cocobaciliforme ( forma lenta). As duas vêm associadas. Bruscas mudanças climáticas, aves em locais úmidos, aves mal alimentadas, falta de vitamina C.

Sintomas: Secreção aquosa nos olhos e narinas.Com a evolução da doença, as narinas ficam completamente obstruídas. Os olhos, em virtude da infecção, ficam inflamados e a ave pode perder a visão.

Tratamento: Limpar as narinas com cotonete impregnado em solução de permanganato de potássio, com 1./1.000. Aviarium ou Terramicina na água de beber, vitaminas.

Prevenção: Evitar lugares úmidos e sujeitos a ventos frios. Mudanças bruscas de temperatura.



DIARRÉIAS


Causas: Má alimentação, alimentos azedos, deteriorados e água suja.

Sintomas: Fezes líquidas de cor amarela-esverdeada, falta de apetite e emagrecimento, ânus inflamado.

Tratamento: Corte as penas do traseiro com cuidado e lave a região com água morna, após enxugue. Administrar Neo Sulmetina SM.
Sulfas causam ausência de produção de espermatozóides nos machos durante 30a40 dias, a chamada azoospermia. Nenhum ovo será galado nestas condições. Não use Sulfas para reprodutores próximo à fase de reprodução.

Prevenção: Dieta equilibrada e qualidade nos alimentos.



FRATURAS


Quando ocorre de a ave quebrar um osso, a primeira providência é retirar os poleiros e colocar água e comida a disposição da ave. Será necessário encanar o osso com gesso dissolvido em água ou álcool, que levará mais ou menos um mês para colar. Se for a perna que quebrou, pegue um canudinho de refresco cortado ao meio, coloque as duas partes na perna e passe o gesso, deixando uns 45 dias, após retire o gesso. Se for a asa que quebrou, será necessário cortar todas as penas da asa, dependendo da fratura, tente encaná-la com gesso. Caso não consiga, o melhor e mais correto é levar a ave a um veterinário, que esta mais acostumado a fazer estes serviços.

Ministrar um anti-infamatório.



INTOXICAÇÃO

Causa: Alimento deteriorado, frutos ou verduras com agrotóxicos, uso indiscriminado de medicamentos, inseticidas, etc.

Sintomas: Alteração rápida da disposição. Convulsões, perda do equilíbrio, diarréia, vômitos. Em alguns casos morte súbita.

Tratamento: Uso de anti-tóxicos veterinários. Extratos hepáticos. Mercepton. Em intoxicações por inseticidas o uso de sulfato de atropina é o mais indicado. Fornecer glicose nos primeiros sintomas. (5 mL de glicose a 50% em um bebedouro com 50 mL de água).

Prevenção: Cuidado na escolha dos alimentos ministrados. Evitar uso de inseticidas no criatório. Não abusar de medicamentos em geral. Estar atento à posologia de medicamentos ministrados.




MUDA FRANCESA

Causas: Infecções bacterianas, parasitoses, deficiência metabólica ou é ligada à hereditariedade.

Sintomas: Algumas penas tomam aspecto retorcido e desalinhado. Podem tornar-se quebradiças.

Tratamento: Verificar se o pássaro apresenta infestação por ácaro. Melhorar a condição nutricional do pássaro, reforçando vitaminas, cálcio e ferro na dieta. Cortar a pena deformada com uma tesoura e aguardar a próxima muda para sua substituição. Não arrancar as penas.

Prevenção: Dieta equilibrada e higiene.



PEITO SECO

Peito seco não é propriamente uma doença, é sim, um sintoma.
A perda de massa corporal indica a incapacidade do organismo para aproveitar os nutrientes ingeridos.

Causas: Várias são as causas possíveis, a mais comum é a coccidiose. Também as verminoses mais significativas poderão levar a perda de massa corporal.

Sintomas:A perda de massa corporal faz com que o osso do peito do pássaro tome a forma de facão (certo exagero). Esse é um sintoma apresentado em um estagio avançado da doença. Um criador atento a seus pássaros perceberá alterações de comportamento, apetite, disposição e volume de ingestão de líquidos muito antes do peito secar.

Tratamento: É altamente indicado um exame de fezes para definir o diagnostico e determinar o tratamento. Na impossibilidade, ministrar um medicamento para coccidiose imediatamente. Manter farinhada com prebióticos e probioticos e complexo vitamínico. Concluído o tratamento da coccidiose. Aguarde uma semana e faça uma vermifugação.

Prevenção:
Higiene, equilíbrio da dieta, ministrar probióticos regularmente ao plantel e observar as aves, procurando identificar possíveis problemas sanitários antes que se configure o peito seco.


STRESS


Causas: Sustos, barulhos repentinos no criadouro, mudança de instalações, mal sono, etc.

Sintomas: A ave fica sonolenta, abatida, assustada devido à inabilitação, alimentação imprópria ou excesso de antibióticos.

Tratamento: Administrar vitaminas, eliminar os barulhos, as causas de fadiga, alimentação insuficiente, mudanças de temperaturas e excesso de parasitas.


ROUQUIDÃO

Comum em pássaros canoros.

Sintomas:

Muito comum em trincas e coleiros. A voz fica rouca e há grande dificuldade para cantar. No inicio da rouquidão somem algumas notas do canto e com o agravamento o pássaro fica mudo. Muitos pássaros acometidos por rouquidão, mesmo recuperados, nunca mais voltam aos torneios, embora permaneçam como reprodutores.

Causas:
São muitas as causa possíveis para a rouquidão dos pássaros. Na maioria dos casos a rouquidão está relacionada com correntes de ar, mudança brusca de temperatura ou, ainda, ingestão de alimentos ou água gelados. São os casos de tratamento mais fácil.

A rouquidão pode ser causada por doenças respiratórias ou por ácaros. Os casos mais graves estão ligados às infestações pelo nematóide Syngamus Trachea, cuja larva pode atingir tanto o trato gástrico do animal como o sistema respiratório, principalmente a traquéia e os pulmões. Dependendo da quantidade de parasitas, as aves apresentam dificuldades respiratórias e podem até morrer sufocadas. Fêmeas adultas podem chegar a medir 2 cm e se fixar nos pulmões ou traquéia do pássaro.

Tratamento:
O tratamento está ligado ao diagnóstico. Na impossibilidade de uma avaliação por médico veterinário, costumamos descartar a possibilidade de infestação por ácaros de traqueia com o emprego de Ivermectina. São várias as opções, como o Ivomec Pour On, o Alax, a Reverctina ou o G-Trox, com preferência para o G-Trox pela facilidade de manejo e dosagem.

Se o uso da ivermectina não solucionar o problema de rouquidão concluímos que a causa seja de origem bacterina. A primeira opção é a associação de sulfametoxazol e trimetropina, contidas no R-Trill, ou no Afectrim. A posologia mais usual é de 8 a 10 gotas em 50 mL de água, durante 10dias.

Se a recuperação não for total, restará o recurso do tratamento com Tilosina, encontrada no Tylan ou no Nalyt da Angercal. Já vimos muitos passarinheiros empregarem a associação de 1 g de Nalyt Plus com 8 gotas de R-Trill em 50 mL. As interações medicamentosas devem ser objeto de muita atenção, pois corremos o risco de potencializar efeitos, tanto benéficos quanto maléficos. Ainda com, praticamente o mesmo espectro de ação, pode ser empregado o Linco-Spectin.

Prevenção:
Evitar mudanças bruscas de temperatura, correntes de ar e alimentos gelados. Ministrar uma gota de própolis em 50 ml de água ou chá de romã, sempre que o pássaro retornar de treinamentos ou torneios onde, normalmente, canta mais do que é acostumado em seu dia a dia. Vermifugar com G-Trox 2 vezes por ano.


SUOR DAS FÊMEAS

Aparece quando os filhotes ainda não saíram do ninho. A fêmea, bem como os filhotes, apresenta o peito todo molhado, às vezes o próprio ninho fica úmido.

O suor das fêmeas ocorre devido às diarréias que atacam os filhotes. Estes podem ser provocadas por doenças como a Salmomelose ou mesmo por problemas alimentares. É bom relembrar, a esse respeito que os pássaros não têm glândulas sudoríparas.



VERME


Em nosso entendimento a vermifugação do plantel, duas vezes ao ano, é importante fator para a manutenção de uma condição sanitária ideal.
Sabemos que o vermífugo, como praticamente todo o medicamento, é um mal menor que se destina ao combate de mal maior. Observamos durante alguns anos a evolução de planteis de criadores que partem da premissa de que vermifugando os pássaros que chegam ao criatório, não há possibilidade de reinfestações, pois não há meio de contaminação de suas aves e concluímos que o saldo de quem controla melhor as verminoses é positivo.

Adotamos a aplicação de G-Trox com uma cápsula em 50mL de água, permanecendo sem trocar a água por dois dias, 6 dias de intervalo e repetimos a medicação , após o término da muda de penas e antes da estação de reprodução (final de julho ou início de agosto).

No intervalo entre os dias de tratamento, por 5 dias após cada vermifugação ministramos Aminosol.
 





Criadores - 
Cadastro de Criador - 

Associação Ornitológica
de Barão de Cocais
"Seu banner aqui"





© OColeiro.com - Totos os Direitos Reservados - Política de Privacidade